Casado Queria Nova Experiência com Garota de Programa
Decidi ter uma aventura com uma garota de programa, eu não sabia, quando cheguei no flat a mulher....
Cara, vou te contar uma coisa que aconteceu comigo, mas que ninguém pode saber, sério mesmo. Nem sei por que tô falando isso, mas, sei lá, acho que preciso desabafar. Tenho 32 anos, sou casado com a Julia há uns sete anos. A gente tem um casamento bom, sabe? Nada de muito drama, sem grandes problemas. Só que, às vezes, eu sentia que faltava alguma coisa. Não é que eu não ame a Julia, longe disso, mas bateu aquela curiosidade... aquela vontade de fazer algo diferente. Foi aí que eu tomei uma decisão meio louca: sair com uma garota de programa. Eu nem sabia direito por onde começar. Comecei a olhar uns sites, anúncios, e foi aí que eu vi um que me chamou atenção. O nome no anúncio era “Michele”. A descrição era simples, mas muito direta: “Discreta, sensual, para momentos únicos.” E a foto? A foto era coisa de cinema. Mostrava o corpo – lindo, por sinal –, mas o rosto tava meio escondido. Só dava pra ver uns traços.

Achei misterioso, bonito... e resolvi mandar mensagem no WhatsApp que tava lá, já tive outras experiências com garotas de programa, mas eu estava totalmente fiel ao meu casamento há sete anos.Quando ela respondeu, confesso que gelei. Mas a conversa foi de boa. Ela era simpática, parecia gente boa. Me passou o endereço: um flat nos Jardins, chique, discreto. E eu confirmei. O coração tava batendo a mil, mas eu fui. No dia, inventei uma desculpa pra Julia – disse que ia resolver uns negócios do trabalho, e fui. Subi no elevador do flat, parecendo um moleque nervoso no primeiro encontro. Cheguei na porta, respirei fundo e toquei a campainha. A porta abriu... e, cara, eu quase desmaiei! Era a Tati. A melhor amiga da Julia. Sim, a Tati que tá em todos os aniversários, todos os churrascos, todas as festas. A mesma Tati que chama a Julia de “minha irmã” e que já dormiu no nosso sofá depois de uma noitada. Eu fiquei paralisado. Só consegui soltar: Tati?! Que porra é essa?” E ela, mais chocada que eu: “Renato? O que você tá fazendo aqui?

Nem sabia o que falar, a Tati se tornou garota de programa atendendo seus clientes naquele flat em São Paulo. A gente ficou parado, se encarando. Era surreal demais pra acreditar. Até que ela me puxou pra dentro e fechou a porta. Sentamos no sofá, e eu comecei a tentar explicar: “Olha, eu... eu não sabia que era você! Eu vi o anúncio, achei bonito, mas... nunca passou pela minha cabeça que fosse você.” Ela deu uma risada nervosa e falou: “E você acha que eu sabia que era você, Renato? Pelo amor de Deus...” Depois de um tempo conversando, a tensão começou a diminuir. A gente até riu da situação, porque, convenhamos, era bizarro. Mas aí ela virou pra mim e falou: Tá, e agora? O que você quer fazer? Você vai embora ou vai continuar? Eu fiquei ali, olhando pra ela, e, mano, eu não conseguia parar de pensar no quanto ela era linda. Não dava pra ir embora.Inclusive antes de subir no flat confesso que tinha tomado um viagra, eu queria meter gostoso, com vontade.
Bom... continuamos. Rolou o programa. Ela estava com uma mini saia bem justa, de salto alto e uma blusinha bem decotada, dei um abraço e nos beijamos loucamente. Fiquei de pau duro na hora, foi instantâneo. Eu não acreditava que estava ali louco de tesão com a Tati, e saber que ela era garota de programa me deixou com mais vontade ainda de aproveitar aqueles momentos.
Coloquei a rola pra fora, ela se ajoelhou e fez um sexo oral bem babadinho, a garota realmente era prosissional, tive que me segurar pra não gozar na boca dela.
Fomos para a cama, ela era bem safadinha, falava muita sacanagem no meu ouvido, comecei a chupar aquela bucetinha rosa, ela gemia muito gostoso, comecei a comer ela com vontade. Ela ficou de quatro, quando eu vi aquela bundinha gostosa, empinadinha na minha frente, não resisti, pedi para comer o rabinho dela, eu adoro sexo anal, ela pegou um creminho, passei no rabo dela e meti a rola sem dó até gozar. Acho que nunca gozei tanto na minha vida, foi maravilhoso, top demais!
Claro que eu não contaria pra ninguém que ela havia se tornado garota de programa, até porque, agora eu também estava nas mãos dela, foi uma situação totalmente inesperada. Desde então, a gente nunca mais falou sobre isso, pelo menos não perto de ninguém. Ela continua indo lá em casa, nos aniversários, jantares, como se nada tivesse acontecido. E a Julia? Nem sonha. Mas, às vezes, quando dá, eu e a Tati nos encontramos de novo. Não é frequente, mas acontece. E toda vez é aquele misto de adrenalina e nervosismo. Eu sei que tô brincando com fogo, sei mesmo. Mas, cara... não consigo evitar. E a Tati também parece que não quer parar. Por enquanto, o segredo tá seguro. Mas, sei lá, às vezes eu penso: até quando isso vai durar?
Tati, posso te perguntar uma coisa?
Ela me olhou, meio desconfiada, mas respondeu:
Claro. O que foi?
Como você começou a trabalhar como garota de programa? Tipo, não consigo imaginar você nisso.
Ela deu um sorrisinho, como quem já tinha ouvido essa pergunta antes. Deu um gole no vinho e começou: 
Ah, Renato... a vida não é tão simples quanto parece, né? Vou te contar!
Tati. Você sabe que pode confiar em mim.
Ela respirou fundo e começou a história. Isso começou há uns dois anos, mais ou menos. Eu tava numa fase muito difícil, sabe? Tinha acabado de sair de um emprego onde eu me matava de trabalhar e ganhava uma mixaria. Aí veio uma dívida atrás da outra, aluguel atrasado, cartão de crédito estourado... eu tava no fundo do poço. Caramba, sério? Eu nunca imaginei, comentei, surpreso.
Ela continuou:
Pois é, eu tava desesperada. Um dia, saí pra tomar um café com uma amiga minha, a Carol. A gente tava conversando sobre a vida, e eu acabei desabafando. Contei tudo pra ela, chorando, falando que não sabia mais o que fazer. Foi aí que ela me olhou e falou: “Tati, você já pensou em trabalhar como acompanhante de luxo nos Jardins?” E você? O que respondeu? Perguntei, curioso. No começo, achei que ela tava brincando. Falei: “Você tá louca? Eu? Acompanhante de luxo? Nunca!” Mas aí ela começou a me explicar. Disse que ela mesma fazia isso há um tempo e que ganhava super bem. Que não era como eu imaginava, sabe? Que era tudo muito discreto, que ela escolhia com quem saía, que não tinha nada forçado. 
E você topou de cara? — perguntei, tentando entender. Ela balançou a cabeça:
Não! Fiquei semanas pensando. Foi uma decisão difícil. Mas, no fim das contas, eu tava tão afundada nas dívidas que resolvi tentar. A Carol me ajudou com tudo: como fazer os anúncios, como conversar com os caras, como me proteger... ela foi uma espécie de mentora, afinal ela já tinha experiência nesta vida de garota de programa.
Ela riu, meio sem graça. Foi estranho, pra ser sincera. Eu tava nervosa, pensando em mil coisas, mas deu tudo certo. E, depois da segunda, da terceira vez, comecei a me sentir mais confortável. Não é algo que eu planejava fazer pra sempre, mas, cara, o dinheiro começou a entrar. Em dois meses, eu já tinha quitado o cartão, pago o aluguel atrasado e ainda tinha grana sobrando.
E você nunca pensou em parar? — perguntei. Penso nisso o tempo todo, Renato. Mas, ao mesmo tempo, é difícil. É um dinheiro que nenhum outro trabalho me daria. Eu não machuco ninguém, não engano ninguém. E, pra ser sincera, eu até gosto de conhecer pessoas novas. É como um teatro, sabe? Um papel que eu interpreto. As vezes me imagino fingindo ser garota de programa, claro que eu sou, mas é uma forma que eu encontrei de não ficar tão desconfortável.