Como tratar uma acompanhante, puta, putinha ou putona, entenda as diferenças
Ele Me Chamou de Putona! Mas se arrependeu, mandei ele...
Reflexões de uma Acompanhante, os Jeitos de Me Chamar na Hora do Sexo
Sabe, tem dias que eu gosto de pensar nas coisas que acontecem no meu trabalho de garota de programa. Não só o que eu faço, mas o que os homens fazem, como falam, como se expressam. Tem uma coisa que eu fico refletindo às vezes: os jeitos que eles me chamam na hora do sexo. Pode parecer besteira, mas pra mim, faz toda a diferença, e para você?Por exemplo, quando um cara me chama de putinha. Olha, eu adoro, porque tem algo quase fofo nisso. Parece um jeito meio carinhoso de ser safado, sabe? Tipo, "putinha" vem com um tom mais leve, como se ele estivesse me dizendo que tá adorando o que eu tô fazendo, mas sem perder o respeito. Tem uma doçura escondida ali, quase como se fosse um apelido íntimo, mesmo que seja só naquele momento. É safado, mas é gostoso de ouvir. Se o cara me chama de putinha, eu gozo que nem uma louca, dou até o rabo pra ele, deixo até gozar na boca.


Sou Puta Sim! Mas Qual o Tom de Voz Que Você Usa?
Agora, quando me chamam de puta, a coisa muda de figura. Puta, ou prostituta já tem um peso, sabe? Eu sei que sou puta, mas parece uma ofensa. É mais direto, mais rude. Não é que eu me incomode, porque às vezes, dependendo do momento, isso até esquenta o clima, dá aquela intensidade a mais. Mas não é sempre. Tem que vir no contexto certo, com o tom certo. Se for aquele jeito que parece mais sobre ele me colocar pra baixo do que sobre o que a gente tá curtindo junto, aí já me desanima. Dá pra perceber a diferença quando a palavra vem carregada de julgamento. Não é porque sou garota de programa e estou recebendo pra transar que o cara pode chegar todo agressivo me xingando de puta em tom agressivo, odeio isso!
Eu amava aquele cara, do meu jeito, no nosso espaço. Ele tinha uma energia que fazia cada encontro parecer uma aventura emocionante. Fosse em viagens improvisadas ou em jantares íntimos nos melhores lugares da cidade, ele sempre fazia questão de me tratar como a mulher mais especial do mundo. O jeito como ele dizia puta era quase como um lembrete de que, pra ele, eu era a personificação de todos os desejos dele, alguém que ele admirava e queria com intensidade. Nosso tempo juntos era puro fogo, mas também tinha uma ternura escondida que eu guardo até hoje com carinho. Ele sabia ser intenso sem ser bruto, e isso era raro.

Mas o pior mesmo é quando me chamam de putona, ai eu fico revoltada. Esse aí, eu não curto de jeito nenhum, e não há dinheiro que me faça mudar de ideia, isso me parece escroto. Parece exagerado, pesado, como se o cara estivesse me transformando em uma caricatura. É como se eu deixasse de ser mulher, de ser gente, pra virar um rótulo. Não tem leveza, não tem sensualidade. Só soa grosseiro, desajeitado, e quebra toda a conexão que poderia estar rolando. Quando alguém me chama de putona, eu penso: "Putz, o cara tá aqui comigo, mas parece que nem tá vendo quem eu sou.
É engraçado como essas palavras mexem com a gente, né? Três formas parecidas de me chamar, mas cada uma carrega uma energia diferente. No fim, o que conta mesmo é o jeito, o tom, o contexto. Porque o que eu faço pode até ser um trabalho, mas ali, naquele momento, também sou uma mulher, sou mais do que apenas garota de programa, vivendo algo que, mesmo sendo passageiro, pode ser intenso, bonito e até cheio de respeito. Ou não, depende deles. E do jeito que eles falam.Na próxima vez que estiver com uma garota de programa ou com qualquer mulher pense nas palavras que você utiliza na hora do sexo. Pois se errar na dose nem um sexo oral direito você vai receber.

Uma vez tive um cliente que passou dos limites, e olha, foi um daqueles momentos em que precisei colocar um ponto final rápido. A gente mal tinha começado quando ele me chamou de *putona*. Não sei se ele achou que ia soar sexy ou engraçado, mas pra mim foi só grosseiro. O tom dele era pesado, sem graça nenhuma, como se estivesse me reduzindo a um objeto ou fazendo pouco caso do que eu sou. Na hora, eu congelei. Respirei fundo, olhei bem nos olhos dele e disse que não ia continuar. "Pode se vestir, a gente acabou por aqui." Ele tentou argumentar, mas fui firme. Não era sobre o trabalho em si, mas sobre respeito, e aquilo ele tinha perdido.
O curioso é que, dias depois, ele me mandou uma mensagem pedindo desculpas. Disse que não sabia que aquilo poderia me incomodar e que agiu sem pensar. Pra ser honesta, eu não esperava, mas respeitei o gesto. Expliquei que o problema não era a palavra em si, mas o jeito como ele falou, como se eu fosse algo descartável. Ele pareceu entender e me agradeceu por ter sido clara. Apesar disso, nunca mais nos encontramos. Porque, pra mim, não basta só pedir desculpas; tem que mostrar que aprendeu. E nesse caso, eu preferi seguir em frente e manter o respeito que eu exijo no meu trabalho.

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