Garota de Programa e os Seguranças do Flat
Meu namorado aceitava meu trabalho de garota de programa, mas quando o segurança do flat me...
Oi amores Meu nome é Carolina, mas muita gente me conhece como Carlinha. Tenho 23 anos e trabalho como garota de programa em São Paulo, atendendo meus clientes em um flat de luxo. Minha vida é agitada, cheia de histórias pra contar, mas hoje vou dividir uma que até hoje me faz rir quando lembro.Pra começar, eu tinha um namorado, o Ricardo. Ele sabia do meu trabalho, e, por incrível que pareça, aceitava numa boa. Quer dizer, na maior parte do tempo. A grana que eu ganhava ajudava muito a gente, tínhamos um filho pequeno, e com o meu trabalho dava pra garantir uma vida boa pra ele. Mas, mesmo aceitando, o Ricardo tinha umas crises de ciúmes meio sem sentido.

O mais engraçado é que ele não tinha ciúmes dos meus clientes, talvez porque entendesse que era só trabalho. Mas, por algum motivo, ele implicava muito com os seguranças do prédio. Um deles, o Caio, vivia por ali, sempre prestativo, abrindo a porta pra mim e sendo educado. O outro, o Júnior, era mais reservado, mas às vezes lançava uns olhares bem maliciosos. E o Ricardo sempre dizia:
"Carlinha, não gosto do jeito que o Caio olha pra você. Parece que ele tá te devorando com os olhos."
E eu ria. "Ricardo, pelo amor de Deus! O Caio tá só fazendo o trabalho dele."As pessoas se enganam, elas acham que por ser puta os namorados não tem ciúmes, mas não é bem assim. Ele insistia, sabe? Era como se ele tivesse certeza de que tinha algo ali, mesmo que nunca tivesse rolado nada. Até que um dia, depois de mais uma dessas brigas bobas, a coisa escalou. Estávamos em casa e ele começou a falar do Caio de novo. A discussão foi ficando quente, e eu, já de saco cheio, soltei:
Ele me olhou, surpreso. "Ah, é? Então termina você, já que tá tão cheia de vontade!"
E foi isso. Terminamos ali mesmo, no calor da briga.Ainda me disse que não queria mais ficar com uma simples acompanhante, cada vez mais ele me deixava mais puta!. No começo, fiquei irritada. Como assim ele preferia brigar do que confiar em mim? Mas, depois de uns dias, sabe quando você começa a pensar melhor e dar risada da situação? Foi aí que me toquei: "Quer saber? Já que ele me acusou tanto, por que não?" Não demorou muito pra eu puxar assunto com o Caio. Ele sempre foi simpático, e naquele dia, quando me viu chegando no prédio, parecia até que estava esperando. A conversa foi leve, descontraída, e, no final, eu convidei ele pra subir.
O Júnior, que estava ali por perto, acabou entrando na conversa também, e eu pensei: "Por que não deixar as coisas mais interessantes?"Eles sabiam que eu era garota de programa, quando os dois entraram no meu flat, eles brincaram, dizendo que o meu programa era equivalente ao salário do mês deles. Então eu disse, " fiquem tranquilos, o sexo hoje será por minha conta"
Assim que eu disse isso, tudo começou, começaram a passar a mão na minha bunda, a chupar meus peitos, me beijaram, gente, foi uma loucura. Me levaram pro quarto, fiquei de quatro para só para ver a cara deles. Eles se empolgaram, levantaram minha mini saia e começaram a me chupar de quatro, eu gemia muito gostoso. Em segundos os dois já estavam pelados e de pau duro, neste momento o Caio começou a me comer com muita vontade enquanto eu chupava o outro.
Alguns minutinhos depois o Junior com uma voz bem safada, disse para eu pegar o creme que ele adorava fazer sexo anal, nem pensei duas vezes, liberei geral. Comeram meu rabo de um jeito bem gostoso, gozamos muito!

Para Minha Sorte o Taxista Amava Garotas de Programa
Acho que cada vez eu fico mais putinha, como disse, eu amo ser garota de programa e vou contar mais uma história para vocês. Vocês já sabem que minha vida é cheia de histórias, né? Pois então, deixa eu contar mais uma que mudou tudo. Eu nunca imaginei que a minha rotina como acompanhante ficha rosa me levaria a conhecer alguém como o Pedro – meu namorado atual e, sinceramente, uma das melhores coisas que já aconteceram comigo.Ele mesmo já me confessou que sempre gostava de conhecer garotas de programa, e que conhecia muitas em São Paulo, acho que isso também ajudou bastante. Tudo começou de forma bem casual. Pedro era o taxista que eu sempre chamava pra me levar até os clientes. Ele era pontual, discreto e, pra ser sincera, lindo. Alto, com aquele sorriso que fazia qualquer dia ruim melhorar, o cara era um tesão. A gente sempre trocava uma ideia no carro, ele contava histórias engraçadas sobre os passageiros, e eu também dividia umas coisas do meu dia – claro, sempre sem muitos detalhes no começo. Um dia, voltando de um cliente, ele comentou:
"Carlinha, você tem uma energia diferente, sabia? Sempre tão animada, parece que nada te abala."
Eu ri, meio sem graça. Ah, Pedro, faz parte. A vida é corrida, mas a gente tem que aproveitar, né?

"Você é uma garota de programa incrível, sabia? Não é qualquer um que encara a vida com essa coragem." Aquilo me pegou de jeito. Era raro ouvir alguém falar assim, sem preconceitos ou aquelas perguntas invasivas. Foi aí que comecei a olhar pra ele de outra forma. A coisa toda aconteceu meio por acaso. Eu estava saindo do flat, numa noite mais tranquila, e ele estava lá, esperando no carro. Quando entrei, ele me olhou pelo retrovisor e disse:
"Hoje você não parece tão animada. Tá tudo bem?" 
Por que a gente não faz assim? Hoje eu não te levo pra cliente nenhum. Que tal um passeio? Só você e eu! Naquele momento, não resisti. Fomos até um restaurante simples, mas aconchegante, e passamos a noite inteira conversando. Foi tão leve e natural que, quando ele me deixou no flat, fiquei pensando: Por que não dar uma chance ? E o mais top foi que ele nem tentou me comer naquele dia, isto me deixou ainda mais curiosa.A partir daquele dia, começamos a nos ver com mais frequência. Pedro era carinhoso, divertido e, o mais importante, me respeitava completamente. Ele nunca tentou mudar quem eu era ou o que eu fazia. Pelo contrário, ele sempre dizia:
Você é uma garota de programa fantástica, a mais legal que eu conheço em São Paulo, te admiro muito!
Ele me surpreendeu, quando vi aquele homem pelado fiquei apaixonada, que corpo lindo, e tinha uma rola grande e grossa, ele começou a me chupar, gente fiquei molhadinha, acho que transamos por horas, o mundo parecia não existir. Amei tanto esse cara, que deixei ele comer a minha bunda, foi um delírio. Hoje, estamos juntos, e ele é o meu maior apoio. Ele entende que ser garota de programa em São Paulo é minha escolha e nunca tenta me diminuir por isso. Pelo contrário, ele me incentiva a ser a melhor versão de mim mesma, seja como mulher, mãe ou profissional.
Carlinha, ele disse outro dia, enquanto dirigíamos. O que importa é que você é feliz. E enquanto você for feliz, eu vou estar aqui do seu lado. E é isso, gente. A vida é cheia de surpresas, e o Pedro foi uma delas. Quem diria que, entre tantas corridas de táxi, eu acabaria encontrando alguém que me entende tão bem? Me julgam por ser acompanhante, mas isto não importa! E você, o que achou de minha história?