Virei Putinha de Executivos em São Paulo
Meu marido não, sabia mas aquele executivo me fez de puta, ele logo disse que...
Meu Patrão Conseguiu me Transformar em Putinha de Executivos
Olá galera! Meu nome é Paula, tenho 33 anos, e vou contar pra vocês uma história que mudou completamente minha vida. Trabalho como secretária numa empresa grande de logística aqui na cidade de São Paulo. Meu marido, Caio, também trabalha lá, mas em outro setor. Foi assim que nos conhecemos, e eu sempre achei que nossa vida era bem tranquila... até que tudo deu uma reviravolta, meu patrão me transformaria em uma acompanhante de executivos em São Paulo. Meu chefe, o Raul, é o tipo de homem que impõe respeito. Ele é daqueles que tem uma presença forte, sabe? Sempre elegante, com um perfume marcante. Ele é casado, mas isso nunca pareceu ser um problema pra ele quando o assunto era flertar. Desde que comecei a trabalhar lá, percebi que ele sempre me olhava de um jeito diferente. Eu tentava não dar bola, mas era difícil não notar.

Eu não sabia o que responder. A proposta dele era clara, mas parecia surreal. Ele percebeu meu desconforto e completou: “Pensa com carinho. Não precisa responder agora.” Saí daquela sala com mil pensamentos na cabeça. Era errado? Sem dúvida. Mas, ao mesmo tempo, a ideia de poder melhorar a vida da minha família mexeu comigo. No dia seguinte, ele me chamou de novo, e eu acabei aceitando.Eu estava de mini saia, ele pediu para eu sentar ao lado dele na sala de reunião, só estávamos nós dois, ele colocou suas mãos nas minhas pernas e foi subindo até a calcinha, fiquei molhadinha na hora, fiqquei toda arrepiada. Ele disse " Fala para o seu marido que amanhã você precisará fazer 2 horas extras por conta de uns trabalhos, e foi exatamente o que eu fiz. No dia seguinte, depois que todos foram embora, inclusive meu marido, ele me chamou na sala de reunião, começou a me beijar loucamente, já sentia sua rola dura se esfregando em mim.


Se vocês acharam que minha história com o Raul, meu chefe, já era complicada, espera só pra ouvir o que aconteceu depois. Minha vida tomou um rumo que eu nunca imaginava, e confesso: tem sido uma montanha-russa de emoções, já transaba com meu patrão, mas agora eu virei acompanhante em SP de executivos. Tudo começou quando o Raul veio com uma ideia nova. A gente tava na sala dele, conversando como de costume, e ele soltou: “Paula, tem dois executivos de uma empresa parceira que estão vindo pra São Paulo semana que vem. Eu queria que você conhecesse eles.” Achei estranho no começo. Não entendi bem por que eu precisava conhecê-los, mas ele continuou: “Eles gostam de mulheres elegantes, inteligentes. Você é perfeita. E você poderia dar uma atenção especial para eles, disse que eu teria muitas vantagens, pois eles são execuvos de sucesso, eu seria muito bem recompensada.
Pode ser uma boa oportunidade pra gente... fortalecer os laços entre as empresas, e você vai ganhar bastante dinheiro. Perguntei: “Como assim, Raul? Que tipo de ‘fortalecer laços’ você tá falando?” Ele deu aquele sorriso de quem tá com tudo planejado e disse: “Confia em mim, Paula. Você vai adorar. Eles são do tipo que sabem valorizar uma mulher como você.” Bom, semana seguinte chegou e, como combinado, fui com o Raul encontrar os dois executivos num jantar. Eles eram o típico perfil que você imagina de gente poderosa: bem vestidos, educados e com aquele jeito confiante. O Carlos, um deles, era mais extrovertido, fazia piadas e quebrava o gelo. Já o Renato era mais sério, mas tinha um olhar que parecia te analisar por inteiro, mas o cara era uma delícia e não tirava os olhos da minha bunda. Durante o jantar, o Raul ia conduzindo a conversa e, de vez em quando, me elogiava de um jeito que fazia os dois notarem. “A Paula é meu braço direito aqui na empresa. Inteligente, discreta e muito talentosa,” ele dizia. Eu ficava sem graça, mas confesso que também gostava da atenção.
O mais louco disso tudo é que eu comecei a gostar da situação. Eu me sentia poderosa, desejada, como se tivesse controle sobre tudo, mesmo sabendo que no fundo não era bem assim. Meu marido, o Caio, continuava alheio a tudo, acreditando que eu tava apenas trabalhando um pouco mais por causa das demandas do Raul.
Uma vez, durante um jantar com o Renato, ele me disse algo que ficou na minha cabeça: “Paula, você é a melhor decisão de negócios que o Raul já tomou. Você é incrível.” Eu ri, sem saber se aquilo era um elogio ou uma provocação, mas no fundo me senti lisonjeada. E o Carlos, com seu jeito leve, sempre me fazia sentir como se o mundo fosse mais simples do que realmente é. Hoje, eu ainda me encontro com os dois. Eles sabem um do outro, mas nunca falam disso diretamente. Pra mim, é como se eu tivesse um papel duplo: a profissional competente que todo mundo respeita e a mulher que vive uma vida secreta cheia de intensidade. É complicado, eu sei. Mas, por enquanto, eu tô vivendo o momento. É errado? Provavelmente. Mas é a minha vida de acompanhante de executivos em São Paulo agora, e eu não sei como ou se isso vai mudar. O que vocês acham?