Sou Acompanhante e Meu Noivo me Assiste - Ele Adora
Meu Noivo adora assistir meu atendimentos como Acompanhante, minha vida tem muito sexo, gozadas e dinheiro. Mas eu não entendi quando...
Olha, eu sou a Michelle. sou garota de programa e tenho 28 anos, nasci e cresci no interior de São Paulo, mas faz uns cinco anos que me mudei pra capital. Minha vida aqui virou de ponta-cabeça de um jeito que eu nunca imaginava, sabe? Vou contar um pouco, mas segura, que a história é longa.
Quando cheguei em Sampa, vim cheia de sonhos, como todo mundo, eu acho. Comecei a trabalhar como vendedora numa loja de roupa, mas o dinheiro era curto, e morar aqui não é barato. Aí conheci uma amiga, a Vanessa – uma dessas pessoas que parecem saídas de filme. Linda, decidida, bem resolvida. Ela me contou, sem rodeios, que era garota de programa em São Paulo e ganhava muito bem. No começo eu torci o nariz, não vou mentir. Mas quanto mais ela falava, mais eu via que ela não tava mal. Tinha apartamento próprio, fazia viagens, e o principal: parecia feliz.
Nessa época, eu já táva com o Daniel, meu noivo. A gente se conheceu num aplicativo de namoro e foi rápido. Ele era aquele cara que parecia perfeito no papel – trabalhador, carinhoso, sempre com umas ideias malucas, mas eu gostava disso. Contei pra ele sobre a ideia de mudar de trampo, meio sem saber como ele ia reagir, contei para ele que eu queria ser acompanhante de luxo. E pra minha surpresa, ele não só apoiou como ficou... animado? Achei estranho no começo, mas ele falou que confiava em mim e que, sei lá, achava excitante a ideia. Eu fiquei confusa, mas acabei entrando para este mundo das acompanhantes de luxo em São Paulo. Comecei devagar, com uns perfis online. Primeiro foram uns caras mais velhos, tipo o Marcelo, dono de restaurante, que gostava de falar sobre vinhos enquanto a gente bebia um bom Malbec. Depois veio o Léo, personal trainer, todo tatuado, que dizia que “a academia era pra alma” – vai entender. O mais doido é que o Daniel queria saber de tudo. “Como foi? Ele era bonito? O que ele fez?”. E aí veio a bomba: um dia ele pediu pra assistir, queria ver por vídeo meu trabalho de garota de programa, ele disse que seria excitante.

No começo eu achei que ele estáva zoando, mas ele estáva sério. Disse que era o jeito dele de estar perto de mim, que achava que isso só deixava a gente mais unido. Confesso que demorei pra digerir, mas aceitei. Lembro como se fosse ontem: foi com o Fernando, um advogado que parecia ter saído de um comercial de ternos. A gente combinou num hotel no Jardins, e o Daniel assistiu pelo celular, todo empolgado, enquanto me mandava mensagens. Elke ainda pedia pra ver eu fazendo sexo oral, sexo anal, gostava de ouvir meus gemidos. Estranho? Muito. Mas, de um jeito torto, funcionava pra gente. Depois disso, virou rotina. Eu saia pra atender, e o Daniel ficava no celular, como se fosse um espectador privilegiado. Ele tinha as preferências dele também. Sempre pedia detalhes: “Foi bom? O que você sentiu? Ele te tratou bem?”. E, claro, a gente sempre terminava a noite juntos,e a gente transava loucamente como se aquilo tudo fosse uma grande preliminar. Tiveram momentos complicados, óbvio. Tipo quando atendi um cliente, o Rômulo, que se apaixonou e quis virar meu “amante oficial”. Teve também a vez que uma cliente, a Renata, pediu um encontro a três, e o Daniel ficou num ciuminho bobo porque achou que eu táva mais empolgada com ela do que com ele.

Chegando lá, o Ricardo foi um gentleman do início ao fim, mas tinha uma peculiaridade: ele era obcecado por música clássica. Durante o encontro, ele colocou Beethoven pra tocar no quarto e ficou me contando as histórias das sinfonias enquanto a gente bebia champanhe. Quando voltei pra casa, o Daniel táva me esperando no sofá. 
Ele nem esperou eu sentar e já soltou: “E a trilha sonora, foi boa?”. Cai na gargalhada, porque ele parecia mais interessado no Beethoven do que no resto. Tem um outro cliente também, o Paulo, que virou quase amigo do Daniel. Não, eles nunca se conheceram pessoalmente, mas o Daniel sempre pergunta sobre ele, porque sabe que o Paulo tem um jeito engraçado de me conquistar. Ele sempre manda presentes antes dos encontros sexuais, flores, jóias, até um par de sapatos caríssimos uma vez. O Daniel brinca: “Se um dia você cansar de mim, já sei que vai pro Paulo”. E eu sempre respondo: “Você é que me diverte mais, amor”. "Eu sou sua acompanhante de luxo particular meu love"
Se tem algo que aprendi nessa vida de puta é que amor é mais estranho do que qualquer coisa que a gente possa imaginar. Nosso jeito é diferente, mas funciona. A gente se respeita, se apoia e, no fim do dia, sabe que tá tudo bem. E é isso que importa, não é? Quando entrei no Executivo Club, minha vida deu uma reviravolta que, olha... não tem como comparar. Antes, eu já tava feliz com meu trabalho, mas agora é outro nível. Tudo ficou mais refinado, mais exclusivo, e, claro, mais lucrativo. Vou contar um pouco de como é viver nessa realidade.


No final da noite, ele pediu pra me encontrar de novo. Essas conversas intelectuais, esses ambientes luxuosos... Era uma sensação de que eu fazia parte de algo muito maior, me considera uma putinha feliz. Outro cliente inesquecível foi o Eduardo, dono de uma galeria de arte. Ele me convidou para acompanhá-lo numa inauguração de exposição. Passei a tarde num spa nos Jardins, tudo pago por ele, claro – cabelo, maquiagem, massagens – pra estar impecável. Na inauguração, ele me apresentou como "sua musa". Eu sorri, segurei sua mão e foi um sexo intenso, ele dizia que adorava sair com garotas de programa sempre que estava em São Paulo. Foi surreal, o cara metia muito gostoso, é muito legal quando você sai com o cara e percebe que a pessoa respeita e gosta de acompanhantes, assim fica tudo mais gostoso.
Teve uma vez que fui pra Angra dos Reis com o Ricardo, um banqueiro que queria "um pouco de paz". O barco dele era maior que minha antiga casa. Durante o dia, a gente navegava, mergulhava, e à noite, jantávamos lagosta com vinho. Ele era tranquilo, mas sempre fazia questão de me ouvir. “Você é diferente das outras acompanhantes Michelle. Tem algo autêntico em você”, ele disse.
Com o tempo, fui me acostumando a essa rotina de luxo. Atender nos Jardins virou algo comum, e os hóteis cinco estrelas, meu segundo lar. O que mais gosto, por incrível que pareça, não são as roupas caras ou os lugares deslumbrantes, mas as histórias. Cada cliente tem um universo inteiro pra contar, e eu adoro ouvir. Tem o Felipe, um engenheiro que adora me levar ao Teatro Municipal e depois discutir filosofia. Tem o Mauro, que é viciado em gastronomia e sempre faz questão de que eu experimente os pratos mais exóticos, este fazia questão de me ensinar, dizia que realmente era uma acompanhante de luxo
O Daniel, meu noivo, continua sendo meu porto seguro. Ele acha fascinante o mundo que eu vivo. "Você é quase uma espiã de luxo", ele brinca. E eu respondo: "Tá vendo? Você tem uma 007 particular." Ele adora ouvir as minhas aventuras como garota de programa Quando estou com ele, sou só a Michelle – a mulher que ama pipoca no sofá e séries ruins. É uma vida que exige jogo de cintura, mas é gratificante. Hoje, posso dizer que conquistei minha independência, me redescobri e vivo em um mundo erótico que antes parecia um sonho distante. E se me perguntarem se é fácil? Nem sempre. Mas vale a pena? Ah, com certeza.